Casal de mulheres é suspeitas de agredir homem com paus e pedras em Itabirito

Por Redação Agito Mais

Vítima está entre a vida e a morte; suspeitas alegam que ele tentou abusar de uma delas.
Vítima está entre a vida e a morte; suspeitas alegam que ele tentou abusar de uma delas. Foto = reprodução Radar Geral.
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Um homem de 58 anos, identificado apenas como Jorge, foi vítima de uma tentativa de homicídio na noite de sexta-feira (09 de fevereiro de 2024), em sua casa na Rua Antônio Lima, bairro Nossa Senhora de Fátima, em Itabirito, na Região Central de Minas Gerais. Ele sofreu golpes na cabeça e em diversas partes do corpo, provocados por paus e pedras. Jorge foi encontrado pela família no quarto da residência, semiconsciente e ensanguentado. Ele foi socorrido e levado para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, Capital do Estado, onde está em estado grave com traumatismo craniano e clavícula quebrada. Ele corre risco de morte.

Segundo informações do site Radar Geral, as principais suspeitas do crime são duas mulheres, que teriam um relacionamento amoroso entre elas e que moravam no quintal da casa de Jorge há cerca de dois meses. Uma delas é natural do Rio de Janeiro e está grávida de seis meses. A outra é descrita como violenta e agressiva, inclusive com a própria companheira. Segundo a família de Jorge, as duas teriam planejado o ataque, aproveitando que a maioria dos moradores da casa tinha saído para comemorar o aniversário de um parente. As suspeitas teriam alegado à Polícia Militar que Jorge tentou abusar sexualmente da mulher grávida e que a outra interveio para defendê-la. A família de Jorge nega essa versão e diz que ele já havia pedido para que elas se retirassem da casa, pois não aceitava o comportamento delas.

Após as agressões, as duas fugiram levando as coisas delas, deixando apenas um bebê-conforto. A família teme que elas voltem para “terminar o serviço”, como teriam dito a uma pessoa do bairro. A Polícia Civil ainda não realizou a perícia no local e ninguém foi preso até o momento. A casa de Jorge abrigava nove pessoas, todas da mesma família, incluindo cinco menores de idade. As suspeitas consumiam bebida e maconha, enquanto Jorge era usuário de várias drogas, inclusive crack.

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