Filho de 19 anos é preso em Brasília por suspeita de agredir e estuprar a própria mãe em Itabirito

Ele foi localizado em Brasília após deixar Itabirito, onde os crimes teriam ocorrido.

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Mandado de prisão preventiva foi cumprido durante ação conjunta das polícias civis de Minas Gerais e do Distrito Federal. Foto — meramente ilustrativa criado pelo Agito Mais com IA.
Mandado de prisão preventiva foi cumprido durante ação conjunta das polícias civis de Minas Gerais e do Distrito Federal. Foto — meramente ilustrativa criado pelo Agito Mais com IA.

Um jovem de 19 anos, investigado por agredir e estuprar a própria mãe, foi preso na noite da última quinta-feira (30 de julho de 2026), em Brasília (DF), durante uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O suspeito era considerado foragido após deixar Itabirito, na região central de Minas Gerais, onde os crimes são investigados.

A prisão foi realizada em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Comarca de Itabirito, após representação da Polícia Civil diante da gravidade dos fatos apurados.


Segundo a PCMG, o investigado é alvo de inquérito pelos crimes de lesão corporal contra mulher no contexto de violência doméstica, extorsão e estupro de vulnerável. As investigações apontam que as agressões físicas e a violência sexual teriam sido praticadas contra a própria mãe do suspeito, que, conforme a apuração policial, encontrava-se em condição de vulnerabilidade.

Após o crime, o jovem fugiu para Brasília, onde foi localizado por equipes da 9ª Delegacia de Polícia da PCDF, graças ao compartilhamento de informações entre as forças de segurança. A prisão ocorreu sem resistência.


Depois da captura, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional do Distrito Federal, onde permanece à disposição da Justiça, aguardando os procedimentos para responder ao processo.

Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais agradeceu o apoio da Polícia Civil do Distrito Federal pelo cumprimento do mandado de prisão e da Polícia Militar de Minas Gerais, por meio das equipes de Itabirito, que também auxiliaram nas diligências.

A Polícia Civil informou que o inquérito segue sob sigilo para preservar a investigação e garantir o completo esclarecimento dos fatos.

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