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Brasília em fatos

Marcelo Rebelo

25/02/2022 às 14h55
Por: Jornalismo AgitoMais
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Colunista do AgitoMais: Marcelo Rebelo
Colunista do AgitoMais: Marcelo Rebelo

Governo Federal prioriza infraestrutura ferroviária e trilhos renascem com investimentos privados

Certamente o maior legado do governo Jair Bolsonaro para o país são os certeiros investimentos do Ministério da Infraestrutura (MInfra) no renascimento do setor ferroviário nacional.

O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, instituiu um novo regime de construção e operação de ferrovias, pela qual a iniciativa privada pode propor segmentos e viabilizá-los com capital próprio, mediante obtenção de autorização federal.

Lançado em 2 de setembro de 2021, o programa Pro Trilhos trouxe um conjunto de iniciativas para reduzir a burocracia no setor, abrindo a possibilidade de a iniciativa privada participar da exploração das ferrovias. Ou seja: empresas poderão propor, projetar, construir e operar novos segmentos apenas a partir da devida autorização do Governo Federal.

Com o sucesso da iniciativa, em 2021 a modernização da malha implantada atingiu a cifra de R$ 1,2 bilhão investidos, por meio da iniciativa privada. Avanços que elevam a expectativa de crescimento da presença do modal na matriz de transporte do país acima dos 40% até 2035 projetados no Plano Nacional de Logística (PNL).

Desde setembro do ano passado, 49 entes privados já submeteram seus projetos ao Ministério da Infraestrutura: a projeção de investimentos é de R$ 165 bilhões, com implantação de 12,9 mil km de novos trilhos, que têm como origem e destino 16 unidades da Federação. 

Nove propostas, já tem aval da União para serem implantadas. Juntas, elas têm potencial de agregar 3.506,79 quilômetros de extensão à malha ferroviária nacional, somando R$ 50,3 bilhões em investimentos previstos – valor mais de sete vezes o orçamento do MInfra em 2021.

Desde 2019, o MInfra já garantiu cerca de R$ 30 bilhões em investimentos ao setor ferroviário através da iniciativa privada, com concessões e renovações antecipadas de contratos – as quais permitiram investimento cruzado para o aporte de recursos em novos projetos.

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